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Bovespa tem mais um dia de forte alta

EUA chegam a acordo de US$ 2 trilhões para aliviar impactos do coronavírus na economia.

25 Mar 2020 - 15:54

Bovespa tem mais um dia de forte alta

Foto: Ilustração/Internet

As bolsas da Europa oscilaram durante boa parte da quarta-feira (25), mas se firmaram em alta na reta final e fecharam com ganhos pelo segundo dia consecutivo, em dia marcado pelo anúncio de acordo nos Estados Unidos para um grande plano de US$ 2 trilhões de estímulo à economia para enfrentar os impactos da pandemia de coronavírus e por expectativa de pacotes de resgates também em outros países.

Na Ásia, os mercados fecharam em forte alta, reagindo ao anúncio nos EUA. No Japão, o índice Nikkei avançou 8,04%, maior subida desde outubro de 2008.

Últimos destaques
  • FMI e Banco Mundial pediram a suspensão do pagamento das dívidas dos países mais pobres, para que esses países possam liberar dinheiro para combater a pandemia.
  • A Alemanha aprovou um plano nacional de cerca de 750 milhões de euros para combater as consequências da crise
  • A agência de classificação de risco Moody's revisou de uma alta de 2,6% para uma queda de 0,5% a estimativa para o resultado do PIB dos países do G20 este ano
  • Nos Estados Unidos, senadores dos partidos Republicano e Democrata e a Casa Branca chegaram a um acordo sobre um plano federal de estímulos de US$ 2 trilhões (o equivalente a R$ 10,2 trilhões, valor superior ao do PIB do Brasil em 2019) para aliviar as consequências da pandemia do coronavírus sobre a economia do país. O pacote deverá auxiliar trabalhadores, empresas e o sistema de saúde.
  • Segundo avaliação de um economista do Ifo, a economia da Alemanha pode contrair-se em até 20% este ano devido ao impacto do coronavírus. A previsão devastadora veio no momento em que os parlamentares discutem um pacote de resgate sem precedentes no valor de mais de 750 bilhões de euros.
  • No Japão, o Banco Central avaliou que a pandemia poderá pode mergulhar o país em profunda estagnação econômica, mesmo com após medidas de estímulo monetário.
  • O conglomerado alemão Thyssenkrupp anunciou que cortará 3 mil empregos e investirá 4,2 bilhões de euros em sua unidade siderúrgica até 2026, como parte de um acordo salarial firmado com o sindicato.

G1

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