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19 Mai 2020 - 12:00 | Atualizada: 19 Mai 2020 - 12:03

Café tem queda no Brasil diante da baixa do dólar

O mercado físico brasileiro de café apresentou preços mais baixos nesta segunda-feira (18). As cotações foram pressionadas pela forte queda do dólar, apesar dos ganhos para o arábica na Bolsa de Nova York e para o robusta na Bolsa de Londres. A baixa da moeda americana foi mais forte que a subida nas bolsas.

Com a queda do dólar, os compradores reduziram o interesse e baixaram suas bases de preços. Com isso, o dia foi menos movimentado.

No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa ficou em R$ 590,00/600,00 a saca, contra R$ 600,00/605,00 de sexta-feira. No cerrado mineiro, preço de R$ 600,00/605,00, no comparativo com R$ 610,00/615,00 anteriormente.

Já o café arábica “rio” tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais, com 20% de catação, teve preço de R$ 405,00/410,00, contra R$ 410,00/415,00 anteriormente. O conilon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, teve preço de R$ 350,00/355,00 a saca, inalterado.

Nova York

A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta segunda-feira com preços mais altos.

A sessão foi volátil, com NY apresentando perdas em parte do dia refletindo a pressão com a entrada da safra brasileira, com expectativa de produção recorde. Entretanto, a alta do petróleo e a queda do dólar contra o real e outras moedas estimularam avanços nas cotações.

O dia foi mais positivo nos mercados acionários e para as commodities com indicações de afrouxamento das medidas de restrição adotadas para conter o novo coronavírus. Isso leva a um sentimento de reação adiante na economia global.

Os contratos com entrega em julho fecharam o dia a 107,75 centavos de dólar por libra-peso, com valorização de 0,90 centavo, ou de 0,8%. A posição setembro fechou a 109,00 centavos, alta de 1,00 centavo, ou de 0,9%.
 
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